DiretoriaDiretora Presidente - Maria Goretti de Assis Laier
Diretor Administrativo - Luiz Henrique dos Santos Barbosa
Diretor Financeiro - Marcelo Henriques da Silva
PENSAMENTO DA DIREÇÃO
Raros foram os momentos em que, com tanta veemência, a Universidade Brasileira parou para olhar para si mesma como nos últimos anos. O despertar da consciência sobre a necessidade da qualidade no ensino reflete-se de forma incisiva no sistema de avaliação montado, sobretudo para o ensino de graduação. O “Provão” é a parte mais visível de todo um processo que está levando as IES a se conhecer melhor e a elevar seus níveis de qualidade.
O aprimoramento, as atualizações constantes, em um universo de mudanças aceleradas, são necessidades cada vez mais evidentes. Esta constatação só destaca a importância das discussões sobre a qualidade no ensino de graduação.
A ênfase à graduação se traduz não apenas no sistema de avaliação, mas, igualmente, nos investimentos em recursos materiais e humanos, de modo que se permita aos atores envolvidos no processo avaliativo a descoberta e o uso de seu potencial.
Os Cursos se constituem como Programas Institucionais organizados a partir de um currículo mais específico e direcionados a setores de profissionalização mais especializados. Portanto, ao definirmos a avaliação dos Cursos e de seu projeto político-pedagógico, estamos necessariamente visando uma orientação para a ação, impulsionada por dois propósitos básicos:
* À avaliação de processo que busca corrigir distorções, do planejamento ao desenvolvimento e evolução do curso, em todos os seus aspectos;
* À certificação, a validade e a qualidade do curso.
Atentando para os fins a que se destina - monitoração e aperfeiçoamento do processo de ensino e aprendizagem - a análise dos Cursos supõe:
Para avaliar um curso, é imprescindível atentar para a sua vinculação com o espaço e o tempo em que ele se desenvolve. A descrição das diferentes dimensões institucionais pode contribuir para conferir um poder explicativo aos outros dados a serem coletados.
Pretende-se nos Cursos, que a avaliação de contexto se realizará, inicialmente, com periodicidade anual e sob a coordenação de uma comissão especialmente designada para este fim. Esta comissão será assessorada por uma consultoria e deverá levantar, entre outros, os seguintes indicadores:
E ainda, a avaliação dos componentes curricular pode ser entendida como uma extensão da avaliação de disciplinas e supõe ainda a avaliação de docentes. É uma coleta de dados que viabiliza a análise das experiências de aprendizagem propostas e vivenciadas por cada disciplina, cada prática, cada projeto que integra o Curso. Será conduzida pelo Colegiado do Curso em cada período letivo, almejando atingir os seguintes objetivos:
A coleta de dados envolverá professores e alunos e deverá ser planejada e executada de forma consensual, usando instrumentos tais como: escalas de classificação, formulários para auto-avaliação, diagnóstico por pequenos grupos, acompanhamento do processo de aprendizagem, etc.
O impacto das IES na aprendizagem e na vida profissional dos que as freqüentaram, configura-se como o foco principal dos esforços dos educadores, administradores e especialistas em avaliação da aprendizagem e do desempenho discente. Apesar da ênfase na avaliação do processo, enquanto acompanhamento dos discentes em sua trajetória educacional, não se pode descuidar também dos resultados ou produtos educacionais.
Atualmente, a avaliação dos alunos dar-se através de:
Os instrumentos que são utilizados para a coleta de dados, bem como os princípios e fins que orientam a análise, são indicados pelos docentes e administradores com a participação da representação estudantil.
Como um mecanismo de mudança, a avaliação é sempre foco de resistências e incertezas. Para que a avaliação do curso ocorra de forma satisfatória, certos mecanismos são utilizados:
-Sensibilização – concentração de esforços para que toda a comunidade universitária se envolva e se comprometa com as tarefas da avaliação, utilizando seminários, palestras e reuniões com todos os agentes do processo.
-Definição da sistemática a ser adotada para a coleta de dados – seleção de procedimentos e instrumentos adequados aos objetivos visados e aos recursos disponíveis.
-Seleção da sistemática a ser adotada para a análise e interpretação de dados – decisões relacionadas com as finalidades da avaliação.
Os Alunos que se encontram com mais de duas pendências de disciplinas, não poderão passar para o período subsequente.
Faça suas reclamações, sugestões, consultas e elogios sobre os serviços prestados pela FESP Faculdades.
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